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Piri Sunset transforma pôr do sol de Pirenópolis em experiência e chega à 4ª edição com dois dias de festival

O pôr do sol sobre a Serra dos Pireneus se tornou uma das assinaturas do Piri Sunset, que chega à quarta edição com programação ampliada para dois dias | Foto: Divulgação/Piri Sunset

Com Bhaskar, Liu, Bruno Be, Ariel B e Tília, festival amplia programação nos dias 5 e 6 de setembro e aposta na conexão entre música, gastronomia, natureza e experiências

O pôr do sol sobre a Serra dos Pireneus não é apenas cenário. No Piri Sunset, ele faz parte do espetáculo. Nos dias 5 e 6 de setembro, em Pirenópolis, o festival chega à quarta edição vivendo seu maior salto desde a estreia: pela primeira vez, serão dois dias de programação, reunindo música eletrônica, cena urbana, gastronomia, cenografia e experiências no Piri Lounge.

A ampliação acompanha o crescimento do projeto desde as primeiras edições. Para o empresário e produtor Eduardo Pacheco, um dos nomes à frente do Piri Lounge, transformar o festival em uma experiência de dois dias é resultado de um processo de amadurecimento.

“O festival cresceu a cada edição, tanto em público quanto em estrutura, alcance e relevância. Percebemos que havia espaço para ampliar a experiência e oferecer uma programação mais completa, sem perder a essência que nos trouxe até aqui.”

Segundo Pacheco, a proposta não foi simplesmente aumentar a duração. A programação foi pensada para que os dois dias tenham características complementares e permitam ao público uma imersão maior no festival e na própria Pirenópolis.

Quando o cenário vira identidade

Poucos elementos traduzem tão bem o Piri Sunset quanto o entardecer diante da Serra dos Pireneus. Desde o início, a organização percebeu que a paisagem não deveria funcionar apenas como pano de fundo.

O pôr do sol integra a própria narrativa do Piri Sunset e se tornou uma das marcas da experiência | Foto: Divulgação

“O pôr do sol sempre foi um dos grandes espetáculos naturais de Pirenópolis. Desde o início, entendemos que não fazia sentido criar um festival na cidade sem valorizar aquilo que ela tem de mais autêntico”, conta Eduardo Pacheco.

Foi dessa percepção que nasceu uma das características mais reconhecíveis do evento: fazer coincidir música, paisagem e a transformação do dia em noite.

“Mais do que um cenário, o pôr do sol passou a fazer parte da narrativa do evento. É o instante em que a paisagem, a música e a energia do público se encontram. Hoje, ele é a principal assinatura do Piri Sunset.”

Dois dias, duas propostas

A quarta edição reforça essa evolução também na curadoria musical.

No sábado, 5 de setembro, a programação tem como destaques Liu, Bhaskar e Bruno Be, em uma noite direcionada principalmente à house music e ao open format. No domingo, dia 6, a atmosfera muda com B de Baile, comandada por Ariel B, e Tília, aproximando o festival da cena urbana.

A programação ampliada inclui ainda outros nomes ao longo dos dois dias.

Para Eduardo, a escolha das atrações vai além da popularidade. “Buscamos artistas que tenham relevância, identidade e, principalmente, conexão com a proposta do festival. Não pensamos somente em nomes de grande alcance, mas em artistas capazes de construir uma experiência e conduzir a energia do público ao longo de cada dia.”

A intenção é fazer com que cada apresentação tenha uma função dentro da atmosfera criada para aquela edição.

“Cada atração precisa fazer sentido dentro da história que queremos contar”, resume.

Uma experiência que vai além da música

Embora o line-up seja um dos principais atrativos, a proposta do Piri Sunset não termina no palco.

Gastronomia, carta de drinks, ambientação, cenografia, atendimento, conforto e a paisagem da Serra dos Pireneus fazem parte da construção da experiência. A programação começa no fim da tarde, permitindo que o público acompanhe justamente o momento que deu identidade ao festival: a chegada do pôr do sol.

“O Piri Sunset não foi pensado apenas como um evento musical, mas como uma experiência completa. Queremos que a pessoa se envolva com o festival desde o momento em que chega: pela ambientação, pela gastronomia, pela paisagem, pelo atendimento e por cada detalhe da produção”, afirma Eduardo.

É uma lógica que acompanha uma transformação observada nos grandes eventos de entretenimento: mais do que assistir a uma atração, o público busca experiências capazes de gerar memória.

No Piri Sunset, essa memória pretende estar diretamente associada ao destino.

Pirenópolis também é protagonista

Realizado desde 2023, o Piri Sunset já recebeu nomes como Cat Dealers, KVSH, JetLag, Ashibah e FatSync. Ao longo desse período, o festival passou a integrar o calendário de entretenimento de uma cidade que já possui forte vocação turística.

Para a organização, existe também um impacto que ultrapassa os limites do evento.

“O festival movimenta a economia da cidade, gera oportunidades, atrai visitantes e dá visibilidade ao destino, sempre buscando respeitar sua identidade”, avalia Eduardo Pacheco.

A relação com Pirenópolis ajuda a explicar por que a paisagem permanece tão presente na concepção do festival. A cidade não aparece apenas como endereço: torna-se parte do produto entregue ao público.

De Pirenópolis para o calendário nacional

Depois de chegar ao formato de dois dias, a organização já olha para uma etapa seguinte.

A intenção, segundo Eduardo Pacheco, é consolidar o Piri Sunset entre os grandes eventos de Goiás e ampliar sua projeção no país.

“Queremos continuar evoluindo em estrutura, curadoria artística, conforto, gastronomia e experiências, sem perder a essência que tornou o festival especial.”

O desafio passa a ser justamente crescer preservando aquilo que diferenciou o projeto desde sua origem.

Porque atrações e estruturas podem mudar a cada edição. Mas existe um momento que o Piri Sunset pretende manter como sua assinatura: quando a música encontra o pôr do sol sobre a Serra dos Pireneus.

SERVIÇO

Piri Sunset 2026
Datas: 5 e 6 de setembro de 2026
Horário: das 16h às 2h
Local: Piri Lounge | Fazenda Fogaça, GO-225, km 4, Pirenópolis (GO)
5 de setembro: Liu, Bhaskar, Bruno Be, Will e Math Gomes
6 de setembro: Ariel B, Tília e Vilela
Classificação: 18 anos
Ingressos: disponíveis pela plataforma Ingresseiro, com diferentes setores e modalidades de ingresso.

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